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Frases do filosofo James Mill

Frases do filosofo James Mill

Frases do filosofo James Mill


(1773 - 1836)
Historiador, filósofo erudito e economista escocês nascido em Northwater Bridge, na paróquia de Logie-Pert, Forfarshire, autor de várias obras, cujas principais são: Analyse des phénomenes de l’esprit humain e Éléments d’économie politique. Descendente de uma importante família escocesa de forte tradição política, era filho do sapateiro James Mill e de Isabel Fenton, e pai de John Stuart Mill, recebeu educação primorosa da escola da paróquia e depois da Montrose Academy, até que entrou (1791) para a Universidade de Edimburgo, onde se destinguiu na literatura clássica e recebeu um M.A.(1794). Ordenado (1798) tornou-se um pastor presbiteriano em Edinburgh,

Frases do filosofo Jean Meslier

Frases do filosofo Jean Meslier

Frases do filosofo Jean Meslier

Jean Meslier , o padre ateu
Jean Meslier (1664-1729), um vigário de aldeia que escreveu, por volta de 1720, uma obra radical, na qual preconiza a união dos oprimidos em torno do estrangulamento do último rei com as tripas do último padre. Sustentava o deicídio, o tiranicídio e o comunismo como as bases de um novo mundo.

Em linhas gerais, Jean Meslier foi um vigário de aldeia que viveu no norte da França entre os anos de 1664 e 1729. Ele foi autor de uma obra contundente e radical por meio da qual expressou toda a sua indignação contra a opressão e as injustiças sociais cometidas contra os camponeses durante o reinado de Luís XIV. A solução por ele proposta para tais mazelas encontramos no seu manuscrito intitulado Memória dos pensamentos e dos sentimentos de Jean Meslier, concluído em 1720, e nas Cartas aos curas, provavelmente redigidas na mesma época. E consiste no ideal de uma sociedade fundamentada no ateísmo e na propriedade coletiva da terra. Porém, para realizá-lo, Meslier preconiza, muito antes dos jacobinos, dos anarquistas e dos bolcheviques, a união de todos os explorados e oprimidos em torno do estrangulamento do último rei com as tripas do último padre.

Frases do filosofo : Jacques Maritain

Frases do filosofo Jacques Maritain

Frases do filosofo Jacques Maritain

Palavras Filosóficas

Foram os ensinamentos de Bergson que salvaram Maritain do desespero metafísico e de um pacto de suicídio com sua noiva. Mais tarde, contudo, depois de descobrir o pensamento de são Tomás de Aquino, Maritain rejeitou o bergsonismo, criando uma interpretação inovadora do tomismo.

Em seu livro Distinguir para unir os graus de saber, de 1932, Maritain buscou uma explicação realista dos conceitos e de uma teoria unificada do conhecimento, alinhando as ciências empíricas com a filosofia da natureza, a metafísica, a teologia e a mística.

Maritain se opôs ao ceticismo e ao idealismo que, segundo ele, separavam a mente da sensibilidade ao obedecerem ao "angelismo" do intuicionismo de Descartes.

Frases do Filosofo : José Marinho

Frases do Filosofo José Marinho

Frases do Filosofo José Marinho

palavras filosoficas

Filósofo e pedagogo português, José Marinho nasceu no Porto, em 1904.
Concluiu a licenciatura em Filologia Românica na Faculdade de Letras do Porto, em 1926, e passou o exame para professor liceal, em 1931. Frequentou as aulas do mestre Leonardo Coimbra de quem se tornou sucessor do pensamento filosófico. 
Após ter sido professor em Faro, José Marinho foi transferido para Viseu, onde acaba por ser expulso e preso em Aljube, em Lisboa, por razões de política medíocre. Quando saiu da prisão, passou a viver de lições particulares de filosofia, latim, francês e português, o que o levou a conviver com alguns dos seus discípulos.

frases do filosofo : Julián Marías

frases do filosofo Julián Marías

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Julián Marías Aguilera (Valladolid, 17 de junho de 1914 — Madrid, 15 de dezembro de 2005) foi um filósofo espanhol, considerado o principal discípulo de José Ortega y Gasset. Foi diretor do "Semanário de Estudos de Humanidades", membro da Real Academia Espanhola e da Real Academia de Belas-Artes e doutor honoris causa em Teologia pela Universidade Pontifícia de Salamanca.

Biografia

Marías fez o curso de filosofia na Universidade de Madri (1931-1936), onde encontrou o que ele próprio denominou de vida intelectual, tendo frequentado os cursos de Ortega, Zubiri, Gaos, Besteiro, García Morente, etc.

Frases do Filosofo Jürgen Habermas

Frases do Filosofo Jürgen Habermas

Frases do Filosofo Jürgen Habermas

Aos 25 anos, Jürgen Habermas graduou-se com o trabalho "O Absoluto e a História", sobre Schelling. Foi assistente do filósofo e sociólogo Theodor W. Adorno durante cinco anos, até 1959, na chamada Escola de Frankfurt, conhecida por desenvolver uma "teoria crítica da sociedade", integrando a reflexão filosófica com a sociologia.

Aos 31 anos, Habermas passou a lecionar filosofia em Heidelberg e, em 1961, publicou a famosa obra "Entre a Filosofia e a Ciência - O Marxismo como Crítica", inserida em "O estudante e a Política".

Habermas passou, então, a lecionar filosofia e sociologia na Universidade de Frankfurt. Entre as obras e os artigos publicados na década de 1960, destacam-se: "Evolução Estrutural da Vida Pública", "Teoria e Práxis", "Lógica das Ciências Sociais", "Técnica e Ciência como Ideologia" e Conhecimento e Interesse".

Mudou-se para Nova York em 1968 e tornou-se professor da New York School for Social Research. Em 1972, transferiu-se para Starnberg, assumindo a direção do Instituto Max-Planck e, em 1983, voltou a lecionar na Universidade de Frankfurt.

Frases do filosofo João Filopono

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Basilica de Santa Sofya

Frases do Filosofo João Filopono

(~ 490 - 566)
Sábio cristão bizantino e patrístico grego do período pós-nissênico da escola neoplatônica de Alexandria nascido em Filipo, no norte da Grécia, historicamente o mais importante físico de sua época em todo o mundo, cuja obra científica foi de forte influência nos pensadores islâmicos e o maior crítico de sua época das idéias aristotélicas. Professor na Academia de Alexandria e criador da teoria do impetus, questionou as leis aristotélicas do movimento e a impossibilidade do vácuo. Sugeriu o princípio da inércia e afirmou que um corpo em queda livre não desenvolve velocidade proporcional ao seu peso. Fez a distinção entre o Criador e toda sua criação, mostrando que a visão do céu não era divina. Estes argumentos foram fundamentais para o futuro desenvolvimento da cosmologia. Como filósofo foi discípulo de Hamônio Hérmias. Escreveu um clássico tratado sobre o astrolábio, De opificio mundi, onde ficou evidente toda sua grande sapiência matemática, notadamente no comentário sobre a obra de Nicômano. Embora de espírito platônico, dedicou-se mais a Aristóteles que os demais cristãos de sua época. Convertido ao Cristianismo no fim da vida, tornou-se mais influente depois de morto e, traduzido no século XIII para o latim, influenciou o pensamento de Tomás de Aquino. Seu trabalho científico mais importante foi uma crítica com relação à doutrina aristotélica de antiperistasis, ou

Frases do filosofo Johann Gottlieb Fichte

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Frases do filosofo Johann Gottlieb Fichte


Johann Gottlieb Fichte
19 de maio de 1762, Rammenau, Saxônia (Alemanha)
29 de janeiro de 1814, Berlim (Alemanha)
Johann Gottlieb Fichte cursou o Colégio de Pforta e as universidades de Jena, Wittenberg e Leipzig. Em Königsberg encontrou-se com Kant. Denunciado como ateu e demitido da Universidade de Jena, vai para Berlim, onde permanece até assumir a cátedra de filosofia na Universidade de Erlangen.

Na guerra da França contra a Prússia, participou da resistência nacional. Em 1809 foi nomeado reitor da Universidade de Berlim, onde liderou o movimento nacionalista dos estudantes.
 
Filosofia e política
A filosofia de Kant e a Revolução Francesa determinam o pensamento de Fichte. Como construtor do universo pelo conhecimento e como legislador de si mesmo, o homem kantiano se caracteriza pela autonomia. Kant, porém, pensa antes da revolução, ao passo que Fichte é por ela influenciado como acontecimento histórico. Assim, na filosofia alemã e pela filosofia em geral, Fichte quis fazer o mesmo que a revolução fez na política.

Frases do filosofo João Duns Escoto


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Frases do filosofo João Duns Escoto

O Beato João Duns Escoto, ou Scot ou Scotus1 O.F.M., nasceu em Maxton, condado de Roxburgh na Escócia (ou Ulster) em 1265, viveu muitos anos em Paris, em cuja universidade lecionou, e morreu em Colônia no ano de 1308. Membro da Ordem Franciscana, filósofo e teólogo da tradição escolástica, chamado o Doutor Sutil, foi mentor de outro grande nome da filosofia medieval: William de Ockham. Foi beatificado em 20 de Março de 1993, durante o pontificado do Papa João Paulo II.
Formado no ambiente acadêmico da Universidade de Oxford, onde ainda pairava a aura de Robert Grosseteste e Roger Bacon, posicionou-se contrário a São Tomás de Aquino no enfoque da relação entre a razão e a fé.
Seu pensamento é agostiniano, mas de forma menos extremada que São Boaventura ou, mesmo, Matheus de Aquasparta; as diferenças entre ele e São Tomás de Aquino, como as dos outros, provem de uma mistura maior de platonismo (derivado de Santo Agostinho) em sua filosofia.
Para Scotus, as verdades da fé não poderiam ser compreendidas pela razão. A filosofia, assim, deveria deixar de ser uma serva da teologia, como vinha ocorrendo ao longo de toda a Idade Média e adquirir autonomia.
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Frases do filosofo John Dewey

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Frases do filosofo John Dewey

"O professor que desperta entusiasmo em seus alunos conseguiu algo que nenhuma soma de métodos sistematizados, por mais corretos que sejam, pode obter" 

"A meta da vida não é a perfeição, mas o eterno processo de aperfeiçoamento, amadurecimento, refinamento" 

John Dewey nasceu em 1859 em Burlington, uma pequena cidade agrícola do estado norte-americano de Vermont. Na escola, teve uma educação desinteressante e desestimulante, o que foi compensado pela formação que recebeu em casa. Ainda criança, via sua mãe confiar aos filhos pequenas tarefas para despertar o senso de responsabilidade. Foi professor secundário por três anos antes de cursar a Universidade Johns Hopkins, em Baltimore. Estudou artes e filosofia e tornou-se professor da Universidade de Minnesota. Escreveu sobre filosofia e Educação, além de arte, religião, moral, teoria do conhecimento, psicologia e política. Seu interesse por pedagogia nasceu da observação de que a escola de seu tempo continuava, em grande parte, orientada por valores tradicionais, e não havia incorporado as descobertas da psicologia, nem acompanhara os avanços políticos e sociais. Fiel à causa democrática, ele participou de vários movimentos sociais. Criou uma universidade-exílio para acolher estudantes perseguidos em países de regime totalitário. Morreu em 1952, aos 93 anos. 

Frases do filosofo Jean Baudrillard

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Frases do Filosofo Jean Baudrillard

Considerado um dos principais teóricos da pós-modernidade e um dos autores que melhor diagnosticaram o mal-estar contemporâneo, Jean Baudrillard foi um dos fundadores da revista "Utopie", além de ter publicado mais de 50 livros ao longo de sua vida.

Estudou alemão na Sorbonne, tendo traduzido para o francês obras de Karl Marx e Bertolt Brecht. Lecionou sociologia na Universidade de Nanterre e sua tese de doutorado, "O sistema dos Objetos", foi publicada em 1968.

A obra era voltada para um estudo semiológico do consumo, assim como seus dois livros seguintes, "A Sociedade de Consumo" (1970) e "Por uma Crítica da Política Econômica do Signo" (1972). Outras de suas obras que merecem destaque são: "À Sombra das Maiorias Silenciosas" (1978), "Simulacros e Simulações" (1981), "América" (1986), "A Troca Impossível" (1999) e "O Lúdico e o Policial" (2000).

Frases do filosofo John Langshaw Austin



frases do filosofo John Langshaw Austin

Frases do Filosofo John Langshaw Austin

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Nasceu em Lancaster no dia 26 de março de 1911 e faleceu em Oxford no dia 8 de fevereiro de 1960. Considerado um filósofo da linguagem responsável pelo desenvolvimento de uma grande parte da atual teoria dos atos de discurso. Filiado à linha da Filosofia Analítica, interessou-se pelo problema do sentido em filosofia. 

Realizou seus estudos no Balliol College, da Universidade de Oxford. Serviu no serviço britânico de inteligência, durante a Segunda Guerra Mundial, tornou-se professor titular da cátedra de Filosofia Moral, em Oxford, considerada a mais importante cadeira de Filosofia Moral do Mundo. 

Na filosofia da linguagem, Austin, estava próximo a Ludwig Wittgenstein (1889-1951), preconizando o exame da maneira como as palavras são usadas para elucidar seu significado. Contudo, o próprio Austin considerava-se mais próximo da filosofia do senso comum de G.E. Moore. 

Todo o trabalho desenvolvido por Austin, na segunda metade do século XX, é uma conseqüência direta da guinada lingüística promovida pelo método de análise iniciado por Ludwig Wittgenstein, algumas décadas antes. 

Austin pertencia ao chamado Grupo de Oxford que, como o Grupo de Cambridge, foi fortemente influenciado por Wittgenstein. Entretanto, enquanto o último procurava fomentar um "positivismo terapêutico", que visava "curar" os equívocos filosóficos através da discussão da linguagem natural e os desvios provocados pela tradição filosófica; o Grupo de Oxford, composto principalmente por Gilbert Ryle (1900-1976), Peter Frederick Strawson, Willard van Orman Quine (1908-2000), incluindo o próprio Austin, voltou-se exclusivamente para o campo lingüístico, com toda interpretação filosófica filtrada pelo prisma da análise da linguagem. Os críticos dessa posição chegaram a denunciar que esses autores, estavam reduzindo a filosofia a uma ciência da linguagem ou a transformando em lexicografia. 

As duas obras fundamentais de Wittgenstein, Tratado Lógico-Filosófico (1921) e as Investigações Filosóficas (1953), marcaram profundamente esses dois grupos. Austin interessou-se, particularmente, pela análise dos jogos de linguagem, deixada em aberto nas Investigações. Wittgenstein não havia sido exaustivo em sua análise das funções linguísticas desempenhadas pelos diversos tipos de expressões. Austin, por sua vez, esforçou-se na tentativa de delimitar os modos em que as proposições, além de descrever uma determinada situação ?verdadeira ou falsa -, realizam também uma ação no mundo: um ato de fala. 

Em How to do Things with Words (traduzido no Brasil por Quando Dizer é Fazer, 1990), Austin categorizou os atos de linguagem em conceitos fundamentais para compreensão posterior do papel da linguagem e da comunicação, por conseguinte. Primeiro, Austin distinguiu as sentenças performativas, aquelas que, ao serem proferidas, realizam uma ação: apostar, declarar, nomear, batizar etc, das constatativas, declarações verdadeiras ou falsas sobre um fato que é descrito. Haveria também três âmbitos linguísticos específicos nos atos de fala o ato locucionário, que apenas observa o modo como as sentenças são proferidas; o ato ilocucionário, onde os proferimentos tem uma força linguística convencional própria, tais como informar, ordenar, avisar, prometer, perguntar etc; e, por fim, o ato perlocucionário, no qual, ao se dizer algo, se produz uma alteração no ouvinte, que passa a reagir conforme essa ação de convencimento, impedimento, surpresa, confusão etc. 

A Teoria dos Atos de Fala, lançada por Austin, foi desenvolvida posteriormente por John Searle, no livro Os Atos de Fala (1969). Tudo em conseqüência da revolução filosófica desencadeada por Wittgenstein, que teve em Austin um de seus brilhantes discípulos e continuadores, ao delimitar o domínio da pragmática, na Filosofia da Linguagem.